LEITURAS:
Queridos irmãos e irmãs, a celebração do
25º Domingo do tempo comum, acontece no último domingo do mês de setembro, que
para a Igreja no Brasil é a comemoração do Dia Nacional da Bíblia. É louvável
recordar nesta celebração dominical tantos homens e mulheres que se colocaram e
se apresentam disponíveis à Graça Divina, para anunciar, nos diferentes meios,
a Sagrada Escritura. De maneira especial recordamos dos nossos catequistas, o
primeiro deles – o Bispo Diocesano - seguido de seus colaboradores mais
próximos os presbíteros e unidos a estes nossos diáconos, leigos e leigas.
Os textos sagrados que ouvimos na
Liturgia da Palavra, nos recordam a grandeza do Senhor que nos falava em
primeira pessoa: “Pois meus pensamentos não são os vossos, e vosso modo de agir
não é o meu, diz o Senhor” (primeira leitura). Diante dessa Palavra que nos
questiona a imitar o pensamento do Senhor e não o dos homens, com o salmista
podemos exclamar: “Grande é o Senhor e muito digno de louvores, e ninguém pode
medir sua grandeza”.
Na primeira leitura, bem como no santo
evangelho, encontramos esta revelação da imagem de Deus, Ele é bom e age para
com todos de acordo com o seu coração divino; e por ser bom pratica a justiça
misericordiosa para com todos. Não nos trata a maneira humana, de acordo a uma
antiga lei que tem se tornado atual novamente: “olho por olho, dente por dente”
ou ainda pior, a divisão de classes entre os que são de Deus e os que são do
mundo; os que são chamados por primeiro se sentem melhores do que chegam
depois.
Esta é a grande tentação de cada cristão: nos acharmos salvos e perfeitos à vista dos que estão “fora” da Igreja, ou ainda, nos acharmos com mais direitos na comunidade porque somos mais velhos na caminhada e os que chegam depois não podem se associar a nós ou assumir determinadas funções porque algumas pessoas já tomaram posse e se sentem donos.
Acolher a parábola que escutamos deve ser a postura de cada um de nós, para realizarmos uma autocrítica. Não somos dono da vinha, por isso não temos condições e direitos de determinar quem deve entrar ou quanto cada um receberá da parte de Deus. Somos todos trabalhadores e, como tal, devemos nos colocar a imitar a bondade do Senhor, que retribui a cada um conforme sua benevolência e não nossos julgamos humanos. A ação de Deus, que Jesus Cristo se nos revela, deve ser a ação da Igreja, que é chamada no mundo a viver e a morrer para Cristo, fazendo com que sua missão seja um trabalho frutuoso, levando a humanidade a viver à altura do Evangelho de Cristo.
Esta é a grande tentação de cada cristão: nos acharmos salvos e perfeitos à vista dos que estão “fora” da Igreja, ou ainda, nos acharmos com mais direitos na comunidade porque somos mais velhos na caminhada e os que chegam depois não podem se associar a nós ou assumir determinadas funções porque algumas pessoas já tomaram posse e se sentem donos.
Acolher a parábola que escutamos deve ser a postura de cada um de nós, para realizarmos uma autocrítica. Não somos dono da vinha, por isso não temos condições e direitos de determinar quem deve entrar ou quanto cada um receberá da parte de Deus. Somos todos trabalhadores e, como tal, devemos nos colocar a imitar a bondade do Senhor, que retribui a cada um conforme sua benevolência e não nossos julgamos humanos. A ação de Deus, que Jesus Cristo se nos revela, deve ser a ação da Igreja, que é chamada no mundo a viver e a morrer para Cristo, fazendo com que sua missão seja um trabalho frutuoso, levando a humanidade a viver à altura do Evangelho de Cristo.
Vg. Aranha
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