segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

DOM ARMANDO APRESENTA DOCUMENTO 100 (CNBB) AO CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL DE ABAÍRA

Foi realizada no ultimo domingo (14), na Capela de São Sebastião, na Paróquia de Abaíra – BA, uma reunião com todos os animadores de Comunidades, Pastorais e Movimentos, o CPP (Conselho Pastoral Paroquial), com a presença do nosso Bispo D. Armando, que apresentou o documento 100 da CNBB, “Comunidade de Comunidades: uma nova paróquia”. Em seguida pediu uma avaliação dos trabalhos realizados em 2014.  No período da tarde, o Padre Marcelo apresentou os avisos, e as, propostas para 2015. Às 17 horas, D. Armando presidiu a Celebração do Sacramento da Crisma de 11 adultos. A celebração foi concelebrada pelo Pe. Marcelo, pároco da Paróquia e contou com a participação de um grande número de fiéis. CONFIRA!

RCC REALIZA ASSEMBLEIA DIOCESANA

O Conselho Diocesano do Movimento Eclesial Renovação Carismática Católica na Diocese de Livramento de Nossa Senhora esteve reunido nos dias 20 e 21/12, em Livramento de Nossa Senhora, para avaliação de suas atividades durante o ano de 2014, como também para planejamento do ano de 2015.

Durante a assembleia, foi realizada também a eleição pra a presidência do conselho, sendo reeleito Adielson Alves de Souza para a condução do movimento no próximo biênio (2015/2016). Clique aqui para ver algumas fotos.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

4° DOMINGO DO TEMPO DO ADVENTO – ANO B

LEITURAS:
2 Sm 7, 1-5.8b-12.14a.16
Salmo 88
Rm 16, 25-27
Lc 1, 26-38
Celebrando o quarto domingo do advento, somos convidados a renovar a nossa esperança espelhando-nos na figura da Virgem Maria, que entregou sua vida e acreditou apesar de todos os obstáculos. Ela, como ninguém, colocou-se à disposição da realização das promessas de Deus em sua vida, assumindo a missão de ser a mãe do filho de Deus.
Na primeira leitura, Deus anuncia a promessa de que um filho, da descendência de Davi, reinará sobre Israel e firmará a justiça sobre a terra. Assim, percebemos que é desejo de Deus confirmar no meio de seu povo a vida e a paz.
Essa promessa ganha um sentido novo quando contemplamos o trecho do evangelho de Lucas proposto para hoje. Por meio do Anjo, Deus anuncia à Virgem Maria que ela será mãe do Salvador. Deus cumpre a sua promessa, fazendo nascer da descendência de Davi o seu filho, o messias salvador da humanidade.
Na figura de Maria, nossa comunidade se inspira hoje para celebrar esse quarto domingo do advento. Maria foi aquela que acolheu, acreditou e esperou a realização da promessa divina. E não foi só isso: Ela deu a sua vida, Ela se colocou inteira a serviço do projeto salvífico de Deus renunciando a si mesma, fazendo-se serva fiel e obediente do Senhor.
Hoje, somos nós a estar diante da magnífica manifestação do mistério de Deus em seu filho Jesus, pela palavra e pela eucaristia. Dessa presença podem resultar em nós duas atitudes: ou como Maria, nos lançamos inteiros e confiantes nas mãos do Senhor, fazendo-nos seus servos; ou podemos ignorar esse anúncio que ouvimos, desprezando o dom de Deus que nos foi confiado.
Advento é tempo de renovar nossa esperança e de nos prepararmos para o Natal do Senhor, festa da Encarnação do Filho de Deus, nossa acolhida a esse dom sublime. Devemos renunciar a todo desânimo, a toda descrença, a todo pessimismo que não nos faz vislumbrar adiante a salvação que Deus nos oferece. Ao contrário, como fez Maria, temos de nos fazer alegres e esperançosos. Acreditar, mesmo quando tudo parece contrário e preparar nosso coração, nossa vida, para que façamos a experiência de acolher Jesus, conformando nosso ser ao projeto de vida e salvação que Deus prepara para nós.
Que não deixemos esse dom grandioso de Deus passar em vão em nossas vidas, mas que o anúncio da salvação, o anúncio do “Deus conosco” possa nos fazer crescer na fé, na esperança e na caridade e ajude nossa comunidade eclesial a ser sinal da salvação e do amor de Deus ao mundo.  
                                                                                                                                Jandir Silva
2° ano de Teologia


CARTA AOS AGENTES DE MÚSICA LITÚRGICA DO BRASIL

A liturgia ocupa um lugar central em toda a ação evangelizadora da Igreja. Ela é o “cume para o qual tende a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, a fonte de onde emana toda a sua força” (SC 10). Nela, o discípulo realiza o mais íntimo encontro com seu Senhor e dela recebe a motivação e a força máximas para a sua missão na Igreja e no mundo (cf. DGAE nº 67).
Há uma relação muito profunda entre beleza e liturgia. Beleza não como mero esteticismo, mas como modalidade pela qual a verdade do amor de Deus em Cristo nos alcança, fascina e arrebata, fazendo-nos sair de nós mesmos e atraindo-nos assim para a nossa verdadeira vocação: o amor (cf. SCa 35). Unida ao espaço litúrgico, a música é genuína expressão de beleza, tem especial capacidade de atingir os corações e, na liturgia, grande eficácia pedagógica para levá-los a penetrar no mistério celebrado.
Acompanhamos, com entusiasmo e alegria, o florescer de grupos de canto e música litúrgica, grupos instrumentais e vocais, que exercem o importante ministério de zelar pela beleza e profundidade da liturgia através do canto e da música. Sua animação e criatividade encantam muitos daqueles que participam das celebrações litúrgicas em nossas comunidades. Ao soar dos primeiros acordes e ao canto da primeira nota, sentimos mais profundamente a presença de Deus. Lembramos alguns aspectos importantes que contribuem para a grandeza do mistério celebrado.
1.        A importância da letra na música litúrgica. A letra tem a primazia, a música está a seu serviço. A descoberta da beleza de um canto litúrgico passa necessariamente pela análise cuidadosa do conteúdo do texto e da poesia. A beleza estética não é o único critério. Muitas músicas cantadas em nossas liturgias estão distanciadas do contexto celebrativo. “Verdadeiramente, em liturgia, não podemos dizer que tanto vale um cântico como outro; é necessário evitar a improvisação genérica e o canto deve integrar-se na forma própria da celebração” (SCa 42). Não é possível cantar qualquer canto em qualquer momento ou em qualquer tempo. O canto “precisa estar intimamente inculado ao rito, ou seja, ao momento celebrativo e ao tempo litúrgico” (DGAE 76). Antes de escolher um canto litúrgico é preciso aprofundar o sentido dos textos bíblicos, do tempo litúrgico, da festa celebrada e do momento ritual.
2. A participação da assembléia no canto. O Concílio Vaticano II enfatiza a participação ativa, consciente, plena, frutuosa, externa e interna de todos os fiéis (cf. SC 14). O canto litúrgico não é propriedade particular de um cantor, animador, ou de um seleto grupo de cantores. A liturgia permite alguns momentos para solos (tanto vocais quanto instrumentais), porém a assembléia deve ter prioridade na execução dos cantos litúrgicos. O animador ou o cantor tem a importante missão, como elemento intrínseco ao serviço que presta à comunidade, de favorecer o canto da assembléia, ora ustentando, ora fazendo pequenos gestos de regência, contribuindo para a participação ativa de toda a comunidade celebrante.
3. Cuidado com o volume dos instrumentos e microfones. Em muitas comunidades, o excessivo volume dos instrumentos, como também a grande quantidade de microfones para os cantores, às vezes, não contribuem para um mergulho no mistério celebrado, antes, provocam a agitação interior e a dispersão, além de inibir a participação da assembléia no canto. Pede-se cuidado com o volume do som, a fim de que as elebrações sejam mais orantes, pois tudo deve contribuir para a beleza do momento ritual.
4. Cultivar uma espiritualidade litúrgica. Os cantores e instrumentistas exercem um verdadeiro ministério litúrgico (SC 29). A celebração não é um momento para fazer um show, para apresentação de qualidades e aptidões. Os cantores e instrumentistas devem, antes de tudo, mergulhar no mistério, ouvir e acolher com a devida atenção a Palavra de Deus e participar intensamente de todos os momentos da celebração. Música litúrgica e espiritualidade litúrgica devem andar juntas, são duas asas de um mesmo vôo, duas nascentes de uma mesma fonte. Invocamos as luzes do Espírito Santo sobre todos os agentes de música litúrgica de nosso país. Reconhecemos o valoro do ministério exercido a serviço de celebrações reveladoras da beleza suprema do Deus criador e da atualização do Mistério Pascal de Jesus Cristo.
Comissão Episcopal para a Liturgia
Perguntas para a reflexão de gurpo:
1 - Na escolha dos cantos, a equipe de música analisa o texto para ver se está de acordo com a liturgia do dia?
2 - Em suas comunidades, a assembleia participa do canto?
3 - Considerando a acústica e o tamanho da igreja de sua comunidade, como vocês avalima o volume dos instrumentos durante as celebrações?
4 - Os músicos cultivam uma espiritualidade litúrgica ou participam apenas para executar uma função?

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

NAS MÃOS DE DEUS... A VIDA


Por certo, outras palavras serão ditas e muitas vozes noticiarão a trágica e inesperada morte do Padre João Zanchetta. São vários os que poderão testemunhar os feitos desse homem de Deus que, decidido, há 30 anos desinstalou-se da Itália para pastorear terras brasileiras. Quanto a nós, diocesanos de Nossa Senhora do Livramento, o que diremos? Bom, por sermos vizinhos da Diocese de Caetité e por nos encontrarmos nalgumas ocasiões, ouvíamos falar do Padre João ou com ele, esporadicamente, conversávamos. Sua volta da Diocese de Caetité para a de origem, no norte da Itália, estava prevista para este ano de 2014. Todavia, sendo ele grande amigo de Dom Armando e sensível à carência de padres em nossa Diocese, aceitou o convite que lhe foi feito e, no início deste ano de 2014, veio juntar-se a nós. A notícia foi acolhida com um suspiro de alívio, diante da oferenda feita, considerando que há muito que fazer e as forças ainda são escassas por aqui. Mas... e agora? O que veio somar foi tirado dentro de tão pouco tempo, e num mundo que vale o que produz e o que é produzido, poderíamos perguntar o que fez padre João nesses poucos meses? O que registrar? Se olharmos, perceberemos que ele fez muito, porque veio, porque assumiu, porque participou da nossa vida e partilhou da nossa história. Ele afirmou no primeiro momento que era um padre aposentado, mas não se desdobrou enquanto tal, pondo-se a serviço com e como os demais; sua inesperada morte, na tarde dessa quarta-feira, mais uma vez nos coloca diante do imperscrutável mistério da vida; o susto nos mostra que a morte não é para nós; as justas lágrimas dão chancela à amizade construída; a pressa para irmos ao encontro do irmão na hora da última despedida nos diz que estar juntos é sumamente bom, ainda que seja só para um adeus; voltar para casa após o sepultamento, de todos os sepultamentos, será o desvantajoso percurso de quem entregou à terra um pedaço de si mesmo, porque entregou um amigo. E no meio dessa fadiga de quem perde e de quem chora, sobre tudo isso, consola-nos a certeza de que o céu nos é sempre possível, não porque somos santos, mas porque Deus é bom, porque estamos todos em suas mãos, vivos ou mortos, e porque para nós a morte é apenas uma passagem. 
                   Pe Rinaldo Silva Pereira







terça-feira, 16 de dezembro de 2014

AGENDA DO BISPO





Mês de DEZEMBRO de 2014 - II
Horas
Onde
Atividade
15
18.00
Em casa
Encontro Crismandos Comunidade S. Teresinha
19.30
Capela Casa episcopal
S. Missa

16
Manhã
Em casa
Atendimento
16.00
Comunidade Salinas (Paramirim)
Encontro com Crismandos
19.00
S. Missa
17
Manha
Em casa e na Cúria
Atendimento
19.00
Comunidade Castanhão – Ibipitanga
S. Missa com Crisma
18
Manhã
Em casa e na Cúria
Atendimento
14.00
Paróquia Senhor do Bonfim – Rio do Pires
Encontro com Crismandos
19
Manha
Em casa e na Cúria
Atendimento
Tarde
Capela da casa do bispo
Confissões (Crismandos e padrinhos)
20
manhã
Centro diocesano
Encontro de Liturgia
15.30
(até 17.30) Comum. Caraíbas - Paramirim
Encontro formação MESCEs
19.30
Comunidade Grama - Paramirim
S. Missa com os formandos
21
07.00
Centro diocesano
S. Missa
19.30
Catedral
S. Missa com Crisma
22
Dia
Centro diocesano
Encontro com os seminaristas
19.30
Comum. Caraguataí – Jussiape
S. Missa com os formandos
23
Manhã
Centro diocesano
Encontro com os seminaristas
19.00
Comum. Arapiranga – Rio de Contas
S. Missa com Crisma
24
Dia
Em casa
A disposição para confissões e atendimento
21.00
Catedral
S. Missa de Natal
25
07.00
Catedral
S. Missa de Natal
17.00
Comum. Caraíbas - Paramirim
S. Missa de Natal
19.30
Paróquia São João Batista – Dom Basílio
S. Missa de Natal
26
Manha
Em casa
Atendimento
16.00
Comum. São Gonçalo - Taquari
S. Missa com Crisma
27
16.00
Comum. Venda Nova – Caturama
S. Missa com casamento
21.00
Catedral
Casamento
28
08.30
Paróquia Bom Jesus _ Barra da Estiva
Encontro Conselho Pastoral Paroquial
19.30
Paróquia São João Batista  – Dom Basílio
S. Missa
29
16.00
Comum. Gameleira de Pau de C. - Paramirim
Encontro e S. Missa
30
16.00
Comunidade Estrelina – Rio do Pires
S. Missa com Crisma
19.30
Paróquia Senhor do Bonfim – Rio do Pires
S. Missa com Crisma
31
Manhã
Casa do bispo
Atendimento
21.00
Catedral
S. Missa de Agradecimento pelo ano de 2014