segunda-feira, 21 de julho de 2014

Infância e Adolescência Missionária

Uma Ave Maria por dia e uma moeda por mês, com este propósito nasce a Santa Infância, hoje denominada como Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária, nasceu em maio de 1843, fundado por um bispo francês e pela solidariedade das crianças de sua diocese em favor das crianças chinesas que viviam em condições de extrema pobreza.
A obra logo toma impulso e abre os horizontes para uma missão mais ampla, batizando, resgatando, sustentando e educando na fé as crianças dos povos que não conhecem a Jesus Cristo.  É a primeira vez na história que a Igreja confia ás crianças um projeto de evangelização, eis então, a espiritualidade e fundamento da infância missionária: Criança Evangelizando Criança.
A infância missionária faz da criança protagonista da missão, educando-a e despertando a consciência missionária dos futuros agentes de pastoral das nossas paróquias, ás crianças são evangelizadoras por natureza, sendo testemunhas em meio as suas famílias e amigos, não podemos ignorar a força missionária que provém de nossas crianças e adolescentes, não façamos delas meros figurantes de nossas liturgias.
 O documento de Aparecida convida a Igreja a colocar toda ação pastoral em chave missionária, se queremos uma igreja missionária devemos cultivar e incentivar as vocações e espírito missionário das nossas crianças e adolescentes, este desejo de fazer com que a IAM seja implantada em nossas paróquias é uma preocupação presente no documento de Aparecida, no número 441, letra i, somos então convidados a apoiar e acompanhar com carinho este projeto.
Nosso desejo é fazer Jesus Cristo cada vez mais conhecido e amado por nossas crianças, neste aspecto, queremos propor, formar e acompanhar novos grupos da Infância missionária. Embora pequenas, nossas crianças são grandes evangelizadoras.
“De todas as crianças do mundo, sempre amigos!”

Alisson Flores Caires,
- Coordenador Diocesano da Infância
e Adolescência Missionária -

Contato: alisson_caires@hotmail.com

ou iamlivramento@hotmail.com

sábado, 19 de julho de 2014

XVI DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO A

LEITURAS:
Sb 12,13.16-19
Salmo 85
Rm 8,26-27
Mt 13,24-43

“Senhor, não semeaste boa semente no teu campo?” Jesus continua sua catequese sobre a implantação do Reino de Deus no coração do ser humano. Recordando que generosamente é “Deus que cuida de todas as coisas”. No Reino do Pai, Jesus nos recorda que a misericórdia é coluna inabalável, pois Ele “julga com clemência e nos governas com grande consideração”. E esta benevolência de Deus é transformada em sementes de generosidade que deseja ser multiplicada em cada filho e em cada filha para que sejamos repletos dos dons da fé, esperança e caridade, isso, foi o que pedimos na oração coleta da celebração dominical.
Uma outra característica do Reino dos Céus é a liberdade com a qual Deus Criador formou o ser humano; uma liberdade que é respeitada por Deus, por isso Ele, na sua força imensa não nos trata como bonecos ou guia a história a seu próprio modo, não levando em consideração a vontade de cada pessoa. O nosso Deus age por meio de todos e em todos com liberdade e respeita a humana liberdade. Nesta liberdade cada pessoa faz suas próprias escolhas e por meio delas acabam semeando joio onde Deus desejou lançar boas sementes. A humanidade que se distanciou de Deus, decidiu faz seu plantio sem Deus, e lançou na terra do mundo todo tipo de sementes, algumas nem sempre boas, e quem planta urtigas nunca poderá colher uvas. Deste modo, quem planta o mau não poderá colher o bem. O Reino dos céus é sempre bom, e não pode gerar em si mesmo, sinais de morte, de violência ou qualquer tipo de maldade. Neste Reino todos são convidados a participar, mas nem todos têm tempo ou interesses de tomar parte e acabam construindo seus próprios impérios, que nada mais são como que castelos de papeis.Os joios muitas vezes se tornam tão notórios junto ao trigo que parecem sufocar o trigo, e corremos a tentação de culpar Deus, pelo joio misturando, O acusando de Ele não ter semeado boa semente, dizendo: “Porque Deus fez isso? Porque Ele deixou tamanha maldade acontecer?”
Apesar do joio que é misturado ao trigo, Deus permanece esperançoso com a humildade, e não usa de seu poder para devastar tudo o que é ruim, mas, dominando a própria força, julgas com clemência. Uma paciência que é resplandecente no seu infinito amor que por meio do Espírito Santo que vem em socorro da nossa fraqueza. É graças a esse Espírito de amor que a boa semente lançada em nossos corações germina e tal qual uma semente de mostrar cresce abundantemente em nós e ao nosso redor, e igualmente como o fermento na massa, esparramando o Reino por meio de nossas ações, que brotam do mais profundo de nós, fecundadas pelo Espírito que penetra o íntimo dos nossos corações e revela as intenções.

Jesus cumprindo a profecia ensinava por meio de comparações. Hoje iluminados por essa Palavra Sagrada, devemos nos deixar ser comparados e questionados: Quais sementes estamos deixando que sejam semeadas em nossas vidas? Quais sementes estamos semeando por onde passamos? Quais sementes estamos sendo na vida da Igreja e da sociedade? Que esta reflexão nos ajude e ensine a sermos sempre boa semente, trigo que é feito pão e ofertado ao Pai por meio dos irmãos e irmãs como o Cristo Jesus.
  Pe. Gonçalo Aranha

quinta-feira, 17 de julho de 2014

LITURGIA DAS HORAS - IV

Quero continuar a minha reflexão sobre Liturgia das Horas examinando as partes que a compõem.
As Laudes, como oração da manhã e as Vésperas, como oração da tarde, constituem como que os dois pólos do Ofício cotidiano. Sejam consideradas como as horas principais e como tais sejam celebradas” (IGLH n. 37). Em seguida (n. 40), o texto de Instrução fala de Lau­des e Vésperas como de “orações da comunidade cristã”.
Na formação cristã se aprende a orar a Deus pela manhã e pela noite, no início e no fim do dia. Com essa oração, pretende-se expressar a gratidão a Deus, pelo dia que inicia ou que finde. Agradecer  é um sentimento fundamental de nossa relação humana, com os outros e, ainda mais, com Deus. Sabemos que fomos salvos por Jesus Cristo que se entregou totalmente a si mesmo pela humanidade. Quem sabe disso e tem consciência de ser Igreja, é chamado a expressá-lo, também, com o sinal da oração comum. A oração da Manhã e da Tarde, como também os outros momentos de oração, manifesta o ritmo de vida da pessoa que vive na presença de Deus.
A Oração da Manhã. Se destinam e se ordenam à santifica­ção do período da manhã” (IGLH 38) Por quê? A IGLH responde lembrando um pensa­mento de São Basílio que diz: “O louvor da manhã tem por finalidade consagrar a Deus os primeiros movimentos de nossa alma e de nossa mente”. Pois o corpo não deve ser entregue ao trabalho, sem antes termos cumprido o que disse a Escritura: “É a vós que eu dirijo a minha prece; de manhã já me escutai” (Sl 5,4-5). Ainda nesta hora, lembra-se a ressurreição do Senhor Jesus, “luz de verdade, que ilumina todo ser hu­mano”, “sol da justiça”, “que nasce do alto”.
Portanto, a Oração da Manhã se distingue por estas atitudes: dar graças pela ressur­reição e a certeza de um destino sem fim.
Oração da Tarde.As Vésperas são celebradas à tarde, ao declinar do dia, para ‘agradecer o que nele temos recebido ou o bem que nele fizemos’ (São Basílio) (IGLH 39)”. Com esta oração, queremos lembrar o “sacrifício vesper­tino” de Cristo na Ceia – Cruz; ainda, “para que nossa esperança se focalize naquela luz que não conhece ocaso” e celebrar a glória divina: nós vivemos na espera de Jesus Cristo, no desejo de encontrá-lo.
No centro de toda oração está Jesus Cristo. Por isso, a morte, a ressurreição e a espera de sua vinda gloriosa são as razões pelas quais os cristãos param e rezam. Isso não só a título individual, mas como Igreja, que tem consciência de ser povo que foi salvo e redimido e que, em Jesus Cristo, encontrou o sentido do seu ser, do seu viver e esperar. Nós cristãos precisamos desses momentos para dizer-lhe o nosso amor sincero.
O meu desejo é que, aos poucos, as comunidades eclesiais compreendam e realizem esta bela e grande Oração que, desde o início de sua caminhada, a Igreja elaborou, fundamentando-se na experiência do povo de Jesus e de Jesus mesmo.

Dom Armando

quarta-feira, 16 de julho de 2014

AGENDA DO BISPO






Mês de JULHO de 2014
Dia
Horas
Onde
Atividade
13
08.00
Centro diocesano
Retiro Crismandos - Catedral
19.30
Com. Marcolino Moura – Rio de C.
S. Missa, com batizado
14
Manhã
Paróquia Santo Antônio - Paramirim
S. Missa, no falecimento de um jovem
18.00
Casa do bispo
Encontro Crismandos Com. Santa Terezinha
15
Manhã
Casa do Bispo
Atendimento
19.30
Centro Diocesano
Encontro pais dos Catequizandos - Catedral
16
Manhã
Com. Morro do Fogo – Érico Cardoso
S. Missa na festa de Nsa. Sra. do Carmo
Noite
Guanambi - UNEB
Culto ecumênico
17
Manhã
Casa do Bispo e Cúria
Atendimento
18.00
Capela Casa do Bispo
Crisma
19.30
S. Missa em agradecimento
18
Manhã
Casa do Bispo
Atendimento
16.00
Comunidade Sumidouro - Piatã
Santa Missa, com Crisma
19.00
Comunidade Porteiras - Piatã
19
08.00
Paróquia Santo Antônio - Paramirim
Encontro de formação MESCEs
14.30
Comunidade..,
Encontro Crismandos
19.30
Igreja Santana – Rio de Contas
S. Missa, com Casamento
21.00
Catedral
Celebração de Casamento
20
09.00
Comunidade Estocada - Catedral
Santa Missa
16.00
Comunidade Currisco - Piatã
Santa Missa, com Crisma.
19.30
Paróquia Senhor Bom Jesus - Piatã
21
18.00
Casa do Bispo
Encontro Crismandos Com. Santa Terezinha.
22
Manhã
Casa do Bispo
Atendimento
19.30
Comunidade Caraíbas – Paramirim
S. Missa, na Novena da Padroeira (Santana)
23
09.00
Centro Diocesano
Coordenação diocesana de Pastoral
14.30
Encontro Padres
19.30
Catedral
S. Missa, na abertura do Jubileu da Diocese
24
Manhã
Casa do Bispo e Cúria
Atendimento
19.30
Paróquia do Bom Jesus - Taquari
Encontro – conversa com Comunidade
25
09.00
Colégio Barra do Bernardo – D. Basílio
Encontro com os estudantes
26
10.00
Igreja Santana em Caraíbas – Paramirim
S. Missa, na festa da Padroeira (Santana)
19.30
Par. Senhor do Bonfim - Rio do Pires
S. Missa
27
10.00
Com. Tabuleiro – Taquari
S. Missa, na festa da Padroeira (Santana)
19.30
Par. Santa Luzia - Ibipitanga
S. Missa, com entrega ministério aos MESCEs